Sinal Vermelho é um dos objetivos do Pacto de Cooperação pelo Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da SPM-Rio

Ascom AMB

 

Assinatura do documento será feita em maio

A Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Mulher do Rio de Janeiro (SPM-Rio) promoveu na manhã desta terça-feira (20) um debate sobre o Pacto Municipal de Cooperação pelo Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, que será assinado em maio. O objetivo do acordo é a conjugação de esforços, mediante atuação coordenada e integrada entre os pactuantes, para a realização de ações voltadas à prevenção e ao combate à violência contra as mulheres. O sinal vermelho da palma da mão como pedido de socorro é um dos 21 objetivos dispostos no documento.

No evento, a presidente Renata Gil ressaltou a importância de municipalizar as ações de combate à violência. “Precisamos levar as políticas públicas para o interior. É importante que todas as mulheres tenham conhecimento de seus direitos. São nos municípios que as políticas públicas têm efetividade porque isso significa que atingimos toda a sociedade com a campanha”, disse.

No Rio de Janeiro a Campanha Sinal Vermelho, idealizada pela AMB com o apoio do CNJ, já é lei. Foi sancionada em março de 2021 pelo governador em exercício Cláudio Castro (PSC). A Sinal Vermelho também já foi sancionada em outros 3 estados e no DF. Leia aqui.

No debate de hoje, a secretária Especial de Políticas e Promoção da Mulher, Joyce Trindade, ressaltou a importância de reforçar o enfrentamento à violência contra à mulher de maneira integrada. “Precisamos unir esforços para salvar vidas. Queremos que a questão de violência contra a mulher e de gênero perpasse as mais diversas políticas públicas setoriais. Por isso unimos diferentes entidades na assinatura deste pacto”, disse.

O pacto também visa assegurar a abordagem de gênero transversal na esfera municipal de Governo; sensibilizar e fomentar a criação de protocolos para os servidores dos equipamentos públicos municipais que realizam atendimento ao público para o atendimento específico a mulheres; fortalecer os canais de atendimento, informação e denúncia, entre outras medidas.


Mahila Lara

Assessoria de Comunicação da AMB

 

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