Símbolo da Sinal Vermelho é regularizado pelo INPI e campanha vira marca em todo o Brasil

A aprovação ocorreu no mesmo mês em que a iniciativa completou um ano de existência

 

No aniversário de um ano da Sinal Vermelho, a campanha conseguiu mais uma vitória entre as tantas já conquistadas. As duas logomarcas do projeto foram aprovadas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), tornando a Sinal Vermelho uma marca registrada nacionalmente.

Isso significa que, a partir de agora, a campanha tem sua imagem regularizada em todo território nacional, sendo proibida a apropriação das logos desenvolvidas pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). A campanha foi idealizada pela entidade em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o intuito de denunciar casos de violência contra a mulher e acolher vítimas por todo o País.

A campanha foi criada em 10 de junho de 2020. Na época, a AMB visionou a ampliação da iniciativa e requereu, no mês seguinte, a regularização das logos do projeto. O objetivo foi oficializar o símbolo da campanha e tornar a Sinal Vermelho uma marca registrada. Em apenas um ano de existência, a ideia foi convertida em Lei em 10 estados brasileiros e no Distrito Federal, tornando-se referência nacional na luta contra a violência doméstica.

Para a presidente da AMB, Renata Gil, a regularização no INPI é um marco importante na história da Campanha.

“Começamos a Sinal Vermelho sem imaginar que ela alcançaria tantas mulheres e tantos estabelecimentos no País. Hoje, vemos a campanha se tornar projetos de lei, sendo referência no Brasil e no Exterior. A regularização no INPI oficializa essa nossa marca, que representa nossa luta contra a violência doméstica”, disse a magistrada.

“Em apenas um ano de Sinal Vermelho, temos muito a comemorar, mas ainda mais a lutar. Estamos longe de acabar com a agressão contra as mulheres. E são iniciativas como essa que encorajam as denúncias. Vamos alçar voos mais altos e levar a campanha para fora do Brasil, salvando vidas de mulheres injustiçadas por todo o mundo”, encerrou a presidente da AMB.


Natália Lázaro (ASCOM)

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