Saiu na mídia: Sinal Vermelho é destaque no programa “É de Casa” da TV Globo

Ascom AMB

 

Os apresentadores Patrícia Poeta e Manoel Soares comentaram a importância da campanha

O programa “É de Casa” da TV Globo exibiu neste sábado (6) pela manhã a campanha Sinal Vermelho. O vídeo institucional ensina a vítima de agressão a pedir ajuda nas farmácias do país. Com apenas um “X” de batom nas mãos, a mulher deve mostrar o sinal ao atendente do estabelecimento, que irá acionar a polícia para atendimento a mulher.

Para a jornalista Patrícia Poeta a Sinal Vermelho é muito importante no combate à violência contra mulher. “A gente tem falado aqui no nosso programa, e nos outros programas de entretenimento sobre a questão da violência contra a mulher. A gente tem visto vários casos de violência contra mulher. Portanto, é muito importante esta campanha”, avaliou.   A apresentadora também fez um apelo às vítimas. “De mulher para mulher aqui: não deixa e não permita que nenhum homem aja com violência contra você”, aconselhou. Patrícia também chamou atenção das testemunhas deste tipo de crime. “Você que já testemunhou, ou irá testemunhar ainda uma violência como essa, denuncie! Essa ação pode ajudar a salvar vidas. A gente tem comentando aqui (É de Casa) que o número de casos vem aumentando consideravelmente, principalmente, neste período de pandemia. Fica o alerta, fica a campanha. Estamos falando de vida”.

O apresentador Manoel Soares também incentivou as pessoas a denunciarem este tipo de crime. “Esse papo de que briga entre marido e mulher não se mete a colher, não existe! Briga entre marido e mulher se mete a colher, sim! É fundamental denunciar!”, afirmou.

A campanha Sinal Vermelho foi lançada em junho de 2020, idealizada por Renata Gil, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Domitila Manssur, diretora do AMB Mulheres em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).  Dez estados brasileiros já aderiam à iniciativa:  Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

“Mulheres estão morrendo em todo o mundo por não estarem conseguindo ajuda. Estudo recente revelou que apesar do aumento da violência nesse período de isolamento, nenhum país do mundo conseguiu aplicar uma política pública que ajudasse a protegê-las na pandemia. Essa campanha pode ser uma saída”, avaliou Renata Gil.

Confira aqui a matéria.


Assessoria de Comunicação da AMB

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